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Sacerdotisas em formação no Brasil
Acima, vemos uma ministra da Eucaristia na Comunidade de São Barnabé, Paróquia de Santa Ana, Diocese de Caratinga, Minas Gerais, Brasil. Ela não está celebrando a Missa, mas distribuindo a Eucaristia na ausência do sacerdote.Sabemos a justificativa: com a adaptação da Igreja ao mundo, o número de vocações sacerdotais caiu drasticamente. Assim, a Igreja precisa de leigos para suprir a falta de sacerdotes. Então, as ministras da Eucaristia entraram em cena para que os católicos pudessem receber a Comunhão.
Muitas coisas, porém, não ficam claras nessa explicação:
A primeira pergunta que surge é: por que a Igreja não interrompe essa adaptação desastrosa ao mundo e retorna aos tempos anteriores ao Concílio Vaticano II, quando havia uma abundância de sacerdotes?
A segunda é: Caratinga tem 55.000 católicos em uma população de 90.000. Setenta e cinco sacerdotes são designados para atender esses católicos. Cada sacerdote, portanto, tem cerca de 730 fiéis sob seus cuidados. Diante disso, ter ministros da Eucaristia não é uma necessidade absoluta, mas sim uma conveniência.
A terceira: por que esses ministros são mulheres, quando há uma clara proibição feita por São Paulo nas Escrituras (1 Coríntios 14,34-35; 1 Timóteo 2,11-13) contra mulheres falarem na Igreja, ou seja, contra mulheres ensinarem ou desempenharem um papel de destaque na Igreja?
A quarta pergunta é: Nosso Senhor escolheu apenas homens para distribuir os Sacramentos, o que é perfeitamente coerente, visto que eles agem "in persona Christi" e Ele é um homem.
Por todas essas razões, podemos ver claramente que as mulheres não deveriam receber esse papel. No entanto, elas são escolhidas para serem ministras da Eucaristia para promover a agenda progressista de ter mulheres diaconisas e mulheres sacerdotisas.
O resto é conversa fiada para enganar os fiéis, para que não reajam e, em vez disso, aceitem a agenda progressista.
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